Formada por Sérgio (voz), Luiz (baixo), Wander (guitarra), Geraldus (guitarra), Everton (violão) e Willian (Bateria); A banda Rota Sul vem conquistando cada vez mais o seu espaço. A prova disso é a indicação para a categoria banda revelação do prêmio Multishow. Aí vai a entrevista com eles.
Como a banda começou?
Após anos fazendo a leitura das bandas nacionais dos anos 80,chegamos a conclusão que era hora de criarmos alguma coisa nossa, pois já não somos mais adolescentes e nos diasatuais as canções das rádios já não nos agradam mais, pois queríamos algo que falasse além do amor e casos juvenis.
Então surgiu a Rota Sul, com uma proposta de algo novo, algo que realmente fosse importante, não só para os antigos ouvintes de músicas boas, mais como para a nova galera que tá vindo, e não tem muita opção na mídia.
O que vocês acham da música brasileira atual?
Os grandes artistas que começaram há décadas atrás ainda são os mesmos, e ótimos por sinal, acreditamos que é possível ter espaço e públicos para todos,basta as rádios acreditarem e as gravadores prezarem pelo talento aliado ao bom gosto, uma reciclagem geral eu creio, na ” musica brasileira atual”existem várias vertentes, é impossível generalizar com uma opinião somente, pois existem vários estilos musicas.
Vocês assinariam um contrato com uma grande gravadora?
Sim!
Quais são as principais influências da banda?
Cada integrante tem o seu gênero musical,entre eles estão; Legião Urbana,Engenheiros do Hawaii, Barão vermelho, Biquine Cavadão, RPM, Ira!, Plebe e Rude, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Léo Jaime, Beatles, Elvis, Led Zeppelin, A-HA, e claro Men at work .
O que o público pode esperar de vocês para esse ano?
Muito empenho, dedicação, entrega e divulgação das canções próprias, levantando a bandeira do ROCK BRAZUCA CLÁSSICO.
Formada por Marcelo Brandão -Voz, violão e guitarra/ Paulinho Góes -Guitarra, violão e vocais/ Fernando Schettini -Baixo, teclado "em Descalços na rua" e vocais/ Kaká Barros -Bateria, percussão e vocais; a banda Magoo é um das principais bandas da cena independente de Brasília nos últimos anos. Aí vai a entrevista que eu fiz com eles:
Como a banda começou?
A Magoo começou em 2001 tocando em casas noturnas um repertório pop rock que cada integrante curtia. Como foi ficando divertido tocar juntos, a banda resolveu arriscar um disco autoral que foi super bem recebido, vendemos 2.000 cópias independentes, temos mais de 30.000 downloads do cd no sitewww.portalbrasil.nete nowww.bandasdegaragem.com.br/magooa música Bem simples assim ficou em primeiro lugar na Transamérica de Brasília, Outra História virou tema de lançamento da Rede Brasil Tv, além de termos tocados nos pricipais festivais de Bsb (Girafestival para 100.000 pessoas, Pão Music, Festival de inverno entre Nando Reis e J.Quest). Também fomos convidados a compor o tema que anima a torcida do Vôlei de Praia nas arenas por todo o Brasil ( A música chama-se Sai do Chão e está disponível para download nowww.bandasdegaragem.com.br/magoo)
Como a músicaNão pode pararfoi parar na trilha sonora da novelaBela, a feia?
Um produtor do Rio chamod Kelpo Gasse recebeu um cd nosso e curtiu, isso há uns 3 anos, desde então ele tenta encaixar uma música nas produções dele pra Record. Quando a novela estava pra começar ele achou que a música era perfeita como tema para várias situações da trama. apresentou pro diretor da que curtiu também, e apesar de várias gravadoras terem mandado material eles acharam que nenhuma outra canção se enquadrava tão bem...ponto pro trabalho independente!
O que vocês acham da cena independente de Brasília?
Achamos que tem muita coisa legal vlotando a acontecer...Temos a Élen Oléria, Fernanda Pinho, sem contar no Móveis Coloniais que já tá arrebentando...falta espaço pro autoral nas casas e na cabeça de uma parte do público, mas a gente tem que trabalhar e criar uma cena pra mostrar que é viável...se a mídia local ajudar mais acreditamos que em breve teremos mais gente disposta a ouvir novidades.
O que o público pode esperar de vocês para este ano?
Um novo trabalho..não sabemos em que formato de mídia ainda, mas vamos ter pelo menos 10 novas músicas pra arejar, aproveitando as idéias de cada integrante.
Pra quem não conhece, aí vai o vídeo da música Não pode parar:
Formada por Núbio (vocal), Marcelo (guitarra / back vocal), Roberto (guitarra / back vocal), Alencar (baixo / back vocal) eFranzé (bateria / back vocal), a banda cearense, com quase dois anos de vida, já começa a conseguir seu espaço na cena independente de Fortaleza. Confiram a entrevista que eu fiz com eles.
Como a banda começou?
Cada integrante da banda já tinha tocado com algum outro em projetos passados, e, no final de 2008, surgiu a oportunidade de nos reunimos em uma só banda pra fazer músicas próprias.
Por que vocês preferem cantar em inglês?
Esse é um ponto polemico, já recebemos muitas criticas por causa disso, como desvalorizar a cultura do país, mas não temos esse intuito, na verdade é um conjunto de fatores, um deles, e talvez o principal, é o fato de que o inglês é inegavelmente uma lingua universal, e se um dia um cara do japão ou da Croacia escutar o nosso som ele vai assimilar muito melhor do que se fosse em português.
O que vocês acham da cena independente em Fortaleza?
É uma cena que tem muita gente boa, mas muito pouco espaço para mostrar trabalho, a situação está melhorando com a abertura de novas casas, o que descentraliza a panelinha que se formou ao longo dos anos. Outro fator é que ainda falta uma maior valorização das bandas autorais por uma grande parcela do público local, que prefere assitir shows de bandas cover, porem é algo que tem sido bastante combatido por varios músicos e por um grupo crescente de pessoas que apreciam o trabalho autoral de Fortaleza.
Se pintar a oportunidade, vocês pretendem assinar com uma grande gravadora?
Nunca diga nunca é algo que aprendemos a ter como filosofia pra banda, se surgir uma oportunidade que seja vantajosa pra banda, que não atrapalhe a nossa independencia criativa, com certeza.
O que o Royal Joker pretende para este ano?
Pretendemos divulgar o nosso trabalho para o maior número de pessoas possível, continuar fazendo o nosso som, trabalhando em nossas músicas próprias, participar de festivais e quem sabe entrar em turnê pelo Brasil.
Para quem não conhece, aí vai a versão acústica da música dopanime:
OSuperaudioé uma banda de rock de Brasília composta por Bidu na guitarra, Êniozão na percussão, Henrique Rocha no baixo, Gomyde na bateria, Nilo Ericsen na voz e violão, Zé Castello no sax e guitarra. Nos shows ao vivo, tocam com a banda, Oscar Serviat no trompete, e Lucas Borges, no trombone. Juntos desde 1999, decidiram fazer um trabalho autoral com o nome de Birinaite.
Aí vai a entrevista:
1) Como a banda começou?
R: O Superaudio tem a mesma formação desde o início, em 2004. Ela foi formada após o fim de uma banda chamada Oskara, da qual faziam parte 4 integrantes do Superaudio (Maurício Gomyde - Baterista; Bidu Cruz - Guitarra; Eniozão - Percussão; e Zé Castello - Guitarra e Sax). Convidamos, então, para o baixo, o Henrique Rocha. Por fim, faltava o vocalista, que foi selecionado após anúncio de jornal do tipo "Procura-se um vocalista para banda de rock". Após os testes, o Nilo Ericsen foi escolhido e, enfim, a formação se completou. Logo em 2005 fizemos um CD chamado "O Tempo que Precisar", com a produção de Kiko Peres (ex-Natiruts), e em 2009 fizemos o "Minimax", produzido pelo Philippe Seabra (Plebe Rude). Estamos preparando o novo trabalho já, que terá também a produção do Seabra. O resto é a história que vem sendo contada a cada novo show, nova gravação, nova viagem, novas composições.
2)A conquista de alguns festivais – entre eles o Girafestival de 2005 - abriu muitas portas para a banda?
R: Os festivais são extremamente importantes num cenário carente de bons espaços para que as bandas independentes apresentem seu trabalho ao vivo. Há um circuito muito interessante acontecendo no Brasil, com as próprias bandas se juntando para organizar, no esquema "faça você mesmo", e com bastante profissionalismo. O Giraffestival foi um dos que participamos e, neste caso, tinha a característica de ser um concurso de bandas. Termos levado o primeiro prêmio foi bom porque nos deu bastante visibilidade, uma mídia espontânea e alguns convites para outros eventos. Isso sem contar o próprio show, com a presença de grandes bandas do cenário nacional e um público de mais de 100 mil pessoas. Mas as bandas não podem apenas viver dos grandes festivais. Devem botar a cara a tapa e abrir espaços menores também. A internet está aí como uma grande ferramenta para viabilizar tudo isso.
3)O que vocês acham da cena independente de Brasília?
R: A cena independente em Brasília, como na maioria das cidades, está desarticulada. A cidade está caótica neste aspecto, e carente de espaços. As bandas não se movimentam muito, a despeito de boas iniciativas e um ou outro show ou festival. Hoje é muito mais fácil gravar um bom material, fazer um vídeo de qualidade, divulgar de forma independente, tudo por conta da internet. Mas as bandas precisam tocar, precisam se unir. Isso é senso comum, desde que foi criado o termo "banda de rock". Se houver panela, se não houver união, nada acontece. A questão passa fundamentalmente pelo ponto de que o público de uma banda não é exclusivo dela, e se os grupos entenderem isso eles podem compartilhar seu público, criando um mercado consumidor de música feito na cidade. O que não dá pra entender é que o rock é o maior produto de exportação cultural que Brasília produziu ao longo de seus 50 anos. E por que isso não é explorado pelas autoridades do turismo? Por que não investir nessa marca? Por que uma cidade que abrigou tantas bandas boas (Legião, Capital, Plebe, Raimundos, Natiruts, Maskavo e, por que não dizer, Paralamas do Sucesso) não faz disso uma marca? Por que não incentiva que novas bandas apareçam? De qualquer forma, não há que se falar necessariamente em esperar que o poder público faça alguma coisa. Isso não é a cara do rock. Quem fez fez sozinho, brigando, dando a cara a tapa. E é nisso que as bandas devem apostar, mesmo que com dificuldade. Há um público que pode, sim, consumir música nova, bastando que o produto seja bom e acessível.
4)O que o público de Brasília pode esperar de vocês para este ano?
R: O ano de 2010 está sendo de transição pro Superaudio. Porque estamos preparando o novo material que será gravado em 2011. Temos alguns shows agendados, algumas viagens. Estamos investindo pesado na divulgação pela internet, especialmente em canais como o Myspace, o Orkut, o Twitter. Pretendemos fazer a experiência de shows pela internet também, para alcançarmos o público além daqui. O que as pessoas que forem aos shows podem esperar é o comprometimento de sempre trazer um show de qualidade, bem tocado e bem produzido. Aproveitando, aqui vão os principais canais de comunicação: www.superaudio.com.br e www.myspace.com/superaudiooficial.
A banda é formada por Aloízio Michael (Vocais e Guitarra), Jamil Chequer (Gaita e Guitarra), Luiz Ribeiro (Baixo), Guilherme Guedes (Bateria) e Samyr Aissami (Teclados e Violões). Ela é uma das bandas independentes de Brasília mais prestigiadas nos últimos anos. Uma prova disso foi a oportunidade que eles tiveram de tocar no Porão do Rock, principal festival de rock de Brasília. Abaixo segue a entrevista que eu fiz com Guilherme Guedes, baterista da banda.
- Como a banda se formou?
Guedes: o Aloízio e o Jamil tinham uma banda chamada Fica 4 Sem o Amadeu, que já fazia uma mistura sutil de rock e MPB, mas uma coisa mais punk, mais solta. Paralelamente, eles começaram a compor umas coisas mais próximas de bossa nova. Eu estudava na mesma escola que o Aloízio, e eles decidiram levar essas novas composições para um novo projeto, sem pretensões de ser levado muito a sério. Eles me convidaram para ser o baterista, chamamos o Gustavo Portella (hoje no ADI) para o baixo, e pronto; depois de 2 meses de ensaio, gravamos nossa primeira demo, em fevereiro de 2005.
- Vocês têm o objetivo de assinar um contrato com alguma grande gravadora ou preferem continuar sendo uma banda independente?
Guedes: olha, para ser sincero, a gente gosta de ser independente. Nosso novo disco está sendo gravado no nosso estúdio, com equipamento próprio. A distribuição é facilmente feita pela internet, e os contatos para shows, etc, também. E além de tudo, temos controle total do que estamos fazendo, desde a liberdade para escrever e gravar o que quisermos até para definir nossa própria agenda. Teve uma vez que um selo da Universal quis assinar com a gente, mas queriam que a gente rachasse o custo de tudo - teríamos que investir R$ 10 mil de cara. Não vimos o menor sentido nessa proposta - com esse dinheiro a gente lançaria pelo menos uns dois discos independentes e ainda sobraria.
- Como foi pra vocês tocarem no Porão do Rock, um dos principais festivais do Brasil?
Guedes: foi sensacional, espetacular. Todos crescemos em Brasília, indo ao Porão desde o início. Sair do meio da multidão para subir naquele palco foi um dos melhores momentos da banda, sem dúvidas. Esperamos participar de outras edições.
- Quais são os projetos da banda para este ano?
Guedes: a prioridade é lançar nosso novo trabalho, nosso primeiro disco propriamente dito. Estamos no fim das gravações. A ideia é lançar na internet ainda no primeiro semestre do ano, e depois tocar, tocar, tocar - em Brasília e em todo lugar do país que conseguirmos. Vamos tocar também o Maria Cotovelo - projeto de blues/rock instrumental que temos. É a mesma formação do Lafusa, mas o som é completamente diferente. Queremos gravar e lançar um EP ainda em 2010.
Você não conhece nada dessa banda? Então confira o vídeo a seguir:
Há exatos vinte e sete anos Michael Jackson fazia uma performance que mudaria para sempre a sua carreira: a primeira performance ao vivo de Billie Jean e, consequentemente, do Moonwalk.
Ela aconteceu na festa de aniversário dos 25 anos da Montown, gravadora dos Jackson 5. Inicialmente, Jackson tinha sido convidado para fazer uma performance dos principais sucessos do Jackson 5 lançados pela gravadora, mas para fazer a performance o rei do pop exigiu espaço para cantar uma música do seu álbum mais recente, Thirller. Mesmo achando a exigência estranha, Berry Gordy deu o espaço que Jackson queria, já que se a exigência não fosse aceita Jackson não compareceria ao evento.
Depois de fazer uma brilhante performance de antigos sucessos ao lado de seus irmãos, Michael Jackson disse: “eu gosto das minhas músicas antigas, mas eu prefiro as minhas novas músicas”; pegou um chapéu preto e começou a fazer a performance de Billie Jean. Com um figurino que se tornaria moda pelo resto da década de 80, o rei do pop dançou de uma forma original e genial. Na hora do solo, Jackson executou o moonwalk o que levou o público ao delírio.
Assim que a música parou, Michael Jackson foi ovacionado pela platéia. Nos bastidores foi cumprimentado pelos seus irmãos, por vários músicos e por algumas celebridades que compareceram à festa Mesmo assim, ele estava incrédulo, achava que a sua performance não havia sido tão boa e que ela não teria uma grande repercussão.
Até que uma criança falou para ele com empolgação: “Cara, você foi demais!” e depois foi embora. Só aí que Jackson se convenceu de que tinha se saído bem e ficou satisfeito com a sua apresentação.
Depois que foi exibida na TV, a coreografia de Billie Jean virou moda no mundo todo e a música se tornou o maior sucesso da sua carreira solo.
Como eu não posso colocar o vídeo no site, eu o coloquei na comunidade do Orkut para os vídeos do site:
Formada por André Gonzáles(voz), BC(guitarra), Beto Mejía(flauta transversal), Eduardo Borém(gaita cromática e teclados),Esdras Nogueira(sax barítono), Fabio Pedroza(baixo), Fabrício Ofuji(produção), Gabriel Coaracy(bateria), Paulo Rogério(sax tenor) e Xande Bursztyn(trombone), a banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju é considerada por muitos a principal banda independente do Brasil. As aparições na televisão, os shows para grandes públicos e o reconhecimento da crítica mostram que a banda ainda vai continuar em evidência por muito tempo.
São eles que vão abrir a seção de entrevistas do blog Melodia Crítica. Os entrevistados foram Esdras Nogueira (sax barítono) e o assessor de imprensa Fabrício Ofuji.
No show vocês costumam fazer uma grande roda. Como vocês inventaram isso?
Esdras: Isso aconteceu faz tempo, lá em Goiânia. Foi um show que não tinha quase ninguém...
Ofuji: Foi num lugar afastado de Goiânia, de difícil acesso e o Móveis era uma das atrações que tinha os cariocas Ramirez e Dibob também. O show foi em 2005 e o pessoal dos sopros tinha acabado de adquirir os microfones sem fio... a ideia surgiu no camarim, antes do show.
Quais foram as suas principais influências musicais para fazerem um som tão diferente?
Esdras: Somos 10 pessoas que ouvem coisas diferentes, mas com várias coisas em comum também. Como todo mundo participa de tudo, tem um pouquinho de cada um pra fazer o som.
Ofuji: no início, havia a influência do ska e bandas do neoswing - coisas que a gente ouvia na época. Digo, a gente, no sentido de ser um mesmo grupo de pessoas em Brasília, no fim dos anos 90. Depois a banda foi incorporando outros elementos de música do leste europeu, música brasileira e outras influências... mais essa mistura das influências pessoais que o Esdras cita.
Qual é a principal meta da banda para 2010?
Esdras: aumentar, cada vez mais, o número de shows pelo Brasil e mundo afora.
Ofuji: Podemos dizer que aumentar o número de shows é uma consequência de todo trabalho que queremos fazer - de ampliar a divulgação, de lançar nosso primeiro DVD (ainda neste semestre), discutir e debater o trabalho e as condições para os músicos, contribuir com outros agentes da rede musical e assim sucessivamente...
Se vocês quiserem saber mais da banda, acessem o site oficial da banda: